quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Lectio divina #1 - O corpo místico de Cristo

Olá, irmãos em Cristo!

Como esta é a primeira vez que faço isso por aqui, vale o esclarecimento. A Lectio Divina, também conhecida como leitura orante da Bíblia, é uma técnica bastante utilizada por aqueles que buscam viver o Evangelho. A partir desta técnica podemos alcançar de forma realista os frutos espirituais que a Palavra de Deus pode nos trazer.


Como podemos ver na imagem acima, a técnica se resume em quatro passos: leitura, meditação, contemplação e oração. Você pode conhecer um pouco melhor e praticar esta bela forma de orar clicando aqui.

Então, vamos lá!


O Corpo Místico de Cristo (1Cor 12, 12-31)

Somos todos um só corpo
corpo este com muitos membros.
A cada membro, uma função, uma missão,
um papel.

Quando sou boca, devo Tua palavra proclamar.
Quando sou ouvido, devo abrir-me para ouvir
aquilo que pode me edificar
E quando sou coração, devo amar como Jesus amou.

Quero ser Igreja, Senhor,
e viver com fé minha missão.
Abraçar tua causa de forma nobre,
me despojar de todo o meu orgulho,
a viver cada dia mais
segundo o Teu Evangelho.

E quando faltarem palavras,
quero ser Seu Evangelho vivo, meu Deus,
para que mesmo em silêncio
edifique o Teu reino.

Amém!


A esperança

Vivemos esperando dias melhores,
dias de paz, dias a mais,
dias que não deixaremos para trás.

(Dias Melhores - Jota Quest)

Assim dizia a música. Música esta que é e sempre será atual, afinal a esperança está dentro de cada um de nós. Mas, será mesmo? O que significa ter esperança? Se devo esperar por algo, o que seria? O tema de hoje é esperança.


Muito se associa a esperança a uma luz no fim do túnel. Esta expressão é uma herança deixada por nós por Platão no livro VI de A República, onde conta-nos o mito da caverna. Nesta alegoria, todos nós somos prisioneiros, habitantes de uma caverna escura onde por uma fresta vemos sombras da luz refletida e ouvimos sons externos à caverna, que acreditamos ser a realidade. A verdadeira liberdade só poderia ser alcançada atravessando a luz no fim do túnel, ou seja, saindo da caverna e vendo o mundo como ele é de verdade.

Não acredito que essa deva ser a melhor ideia para tratar de esperança. Afinal, não vivemos presos a nada. Deus nos criou livres, inclusive para escolher por não seguir ao seu plano de amor. E além disso, a luz que buscamos não é externa a nós, mas habita em nós, desde o dia de nosso batismo. Esta luz é o Espírito Santo. 



Com isso, quero dizer que a esperança vem de dentro para fora, e não o contrário. Devemos caminhar esperando pelo tempo de Deus, que é diferente do nosso. Isso exige um pouco de nós, afinal, estamos acostumados a ter tudo em nossas mãos sem o menor esforço. Vivemos na era do conforto. Mas Deus não opera desta forma instantânea em que estamos acostumados.

A esperança exige esforço. Para quem sabe onde quer chegar, a caminhada é longa e árdua, mas os resultados no final são infinitamente melhores. Quem tem Jesus como caminho, verdade e vida terá o céu como ponto de chegada. E isso não há preço que pague.



A esperança é um ato de fé. Fé que não caminha no escuro. Mas que caminha como a luz de uma vela, clareando os próximos passos e nos trazendo o calor do fogo. Para entender isso, basta observar que a escuridão, por maior que seja, não diminui a clareza de uma vela, por menor que seja. Nossa esperança é essa luz. A luz do Espírito que habita em nós.

Que o barulho do mundo não nos impeça de ouvir a Deus. E que a esperança nos mova adiante, na certeza da presença divina do Pai nesta estrada.




quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

A quaresma

Lá se foi mais um carnaval. Lá se foi mais uma Quarta-feira de Cinzas. E assim, chegamos a mais uma Quaresma. O olhar de "mais uma" não é o melhor a se ter quando se fala de um tempo tão especial dentro da nossa Igreja. Como então não cair nesse erro? O que falar sobre as penitências? Como devo viver este tempo e me preparar para a Páscoa? Venha, pois é tempo de conversão!


A Quaresma não é um tempo qualquer. Não a toa dura quarenta dias. Este aliás é um número que vemos diversas vezes na Bíblia, e por isso carregado de simbologia. O que deixa implícito inclusive que nada prova que foram exatamente quarenta dias em que Jesus caminhou pelo deserto. Se prender nisso aliás é insanidade. Uma fé madura exige de nós conhecimento para dar um passo além.

Por 40 dias, o autor do texto bíblico quis dizer a espera de uma mudança que irá chegar. Assim foi com os 40 dias e 40 noites de dilúvio e os 40 anos do povo de Israel caminhando no deserto. A Bíblia deixa o futuro bem claro, relatando o que houve depois. Tudo isso como um convite, para que façamos deste tempo também a espera inquieta pela derrota do pecado e a vitória da vida através da morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.


Sim, a espera deve ser inquieta. No sentido de quem não espera simplesmente. De quem não cruza os braços acreditando que Deus irá resolver tudo num passe de mágica. De quem entende que a paz de Deus sempre nos leva ao outro. E de quem sabe que a energia do Espírito Santo não é estática e nos leva sempre ao encontro do Amor.

Nessa caminhada nos deparamos com as penitências. Elas são de grande valor quando vividas com consciência. Mas perdem o sentido quando vividas como uma simples moeda de troca por uma graça a ser alcançada.


Dai a César o que é de César e dai a Deus o que é de Deus. (Mt 22, 21). O ensinamento de Cristo é a melhor receita para viver uma penitência que edifica e transforma a vida do cristão. Devemos pensar em algo que não tem data de validade. Por algo que não vai acabar no dia da Páscoa. Devemos sim viver por uma mudança contínua, que nos encha da presença do Espírito e nos faça homens e mulheres novos. Foi por isso que Ele morreu na cruz por nós.

Que esse tempo de Quaresma seja o convite perfeito para a conversão definiva de nossos corações, e que envoltos de oração e caridade, preparemos o terreno de nossa alma para a chegada daquele que É e sempre Será.


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

A beleza é um dom

"A beleza é a melhor carta de recomendação", assim dizia Aristóteles. Muito se fala em torno disso atualmente. Culto ao corpo, narcisismo, #nopainnogain e tantas outras hashtags. Mas hoje não estou aqui para falar somente da beleza física. Nem mesmo da tal ditadura. Será que o que vale mesmo é a beleza interior? De que beleza Aristóteles dizia? Todos somos belos? Vamos caminhar juntos.


É certo de que a beleza seja atribuída primeiro ao físico. Basta fazer o teste no Google Images. E a associação entre beleza e cosméticos não me assusta da mesma forma, afinal, também é um negócio. Além disso, longe de mim crucificar as grandes amigas de vocês mulheres, as maquiagens. Sim, a beleza passa pelo olhar. 

Será essa a beleza que Aristóteles dizia? Sim. E não. O filósofo grego ia um pouco além do físico, atribuindo outras qualidades ao belo. Qualidades essas que podemos relacionar ao seu conceito de amor, philia, como já fizemos antes aqui. Para ele, o amor é a alegria do encontro. Onde mais estaria a beleza senão nesse encontro? Genial. A alegria deixa de estar presa a uma pessoa, e torna-se a alegria de dois ou mais, onde o Espírito se faz presente. E aqui vemos que podemos ir além.


Olhar para o espelho e enxergar Jesus, que sonho! É isso que Deus nos inspira ao nos criar feito sua imagem e semelhança (Gn 1, 26). E aqui nos lembramos da ideia de beleza interior. Talvez essa expressão seja mais poética e menos prática do que parece. Ao menos para mim.

Já se preparou para o dia em que sua beleza irá acabar? Pois ela vai acabar. Essa é uma das poucas certezas que temos. Mesmo com todos os produtos e cirurgias plásticas disponíveis, não há como fugir disso. Nosso corpo é finito. Quando morrermos, pouco de nós vai sobrar. Tudo o que ficará será aquilo que tornarmos eterno.

(Imagem: mensagens10.com.br)

Atrelar a vida na beleza física é como colocar um prazo de validade na própria felicidade. Devemos nos tornar seres que aspiram o infinito. Devemos compreender que somos o que devemos ser em questão de beleza física, e que facilitando ou dificultando a nossa vida, isso passa, é só uma fase. E que a dor de quem perde a beleza e com ela o sentido da vida é sofrida demais para quem nasceu para eternizar.

A beleza é um dom, que reside na essência da divindade. Espelhar Cristo por onde caminhar significa também tornar-se belo e eterno. Que tenhamos a coragem de aceitar e viver este desafio.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Amar as diferenças

Diga não ao racismo. Fair play. Ser diferente é normal. Não há cura para o que não é doença. Vemos aqui diversos slogans e frases de efeito que clamam pela tolerância e pelo fim do preconceito. Já falamos aqui e aqui sobre isso. Mas acredito que ainda ficou uma pequena lacuna nessa história. Talvez não tão pequena assim...

Por que é tão difícil lidar com aquilo que é diferente a nós? Podemos aprender com a forma que Jesus tratava os diferentes? Será que o problema é comigo? Ou com o outro? Hoje, iremos falar sobre as diferenças. 

(Imagem retirada do blog de Roberta Moyses, no texto "Você é diferente ou faz a diferença?")


Amar ao próximo como a ti mesmo. Eis aqui um dos grandes e mais desafiadores ensinamentos de Jesus. Grande por trazer a essência de sua passagem entre nós, marcada por um olhar tanto santo quanto humano para cada um daqueles que conviveram com Ele. E desafiador por se tratar de uma tarefa no mínimo difícil, afinal, não somos perfeitos como Ele.

A partir da consciência de que somos imperfeitos e, vez ou outra, pisamos na bola e acabamos por julgar aos outros, precisamos dar um passo a frente. Um passo na direção de entender porque isso acontece com a gente. 



Hoje, quero ir um pouco além da imagem do "anjinho" e do "diabinho" tão presente em nossa cultura. E quero ir também além da ideia de que "a primeira impressão é a que fica", por que isso só vale de fato com pessoas com quem não temos um contato direto ou melhor dizendo, com quem ficamos só na impressão mesmo. Quem nunca se surpreendeu ao conhecer melhor uma pessoa? Quantas vezes nossa primeira impressão nos trai? Por isso, é preciso ir além.

E aqui, minha formação irá me ajudar. Existe algo dentro da Psicologia que chamamos de dissonância cognitiva. Nome estranho? Talvez. Mas o que diz essa teoria é bem simples. 

Nós, seres humanos, temos a tendência a buscar tudo aquilo que aprovamos e a evitar aquilo de desaprovamos. Basta sentar em frente a tv com um controle remoto na mão para entender como isso funciona. Se você é contrário a situação da política do país e se deparar com a nossa presidente dando uma declaração no jornal, a chance de você zapear de canal é muito grande. Lembra quantos minutos você se manteve firme vendo a goleada de 7 x 1 da Alemanha sobre o Brasil na última Copa do Mundo? Isso ajuda a explicar essa teoria.


Mas esqueçamos as televisões. Vamos falar de gente. Não é assim que evitamos aqueles que são diferentes de nós? Hoje em dia esse processo é muito facilitado. Muitos de nós fechamos a porta para os vizinhos e nos mantemos todo o tempo em contato com pessoas que nos aprovam. Que nos aplaudem, como dito aqui. As redes sociais inclusive seguem o princípio de que você pode bloquear e excluir qualquer um a qualquer momento do seu círculo virtual, ou diria, "social". Existem diversas explicações para isso, mas minha intenção aqui não é me aprofundar na teoria ou dar uma aula psicológica. Sigamos em frente.

O filme Click do qual retirei a imagem acima é um exemplo prático de como isso funciona. A tentação de ter um controle remoto que controle nossa vida e ignore tudo o que não nos dá prazer é realmente grande. Mas isso é ficção. Vivemos em um mundo recheado de pessoas diferentes a nós. E precisamos aprender a lidar com isso.


Não é a toa que tantos artistas representem e tenham representado Jesus com um sorriso no rosto e de braços abertos. Essa é a postura de quem está sempre aberto a aceitar a quem vier, seja quem for. Diferente? Sem dúvida. No caso de Jesus ainda mais diferentes, pois Ele era perfeito e todos nós somos imperfeitos. Mas nunca lhe faltou acolhimento e serenidade.

Podemos começar por pedir em oração que o Espírito nos traga essa graça. Amar as diferenças nos humaniza, pois são elas quem nos tornam seres únicos. E lidar com a diferença do outro é um desafio tão grande quanto lidar com as próprias diferenças. Não é algo que se aprende do dia para a noite. Isso é um processo.

Que tenhamos coragem de assumir esta missão para, quem sabe um dia, amar como Jesus amou. Eis o novo mandamento!


domingo, 8 de fevereiro de 2015

A era do aplauso




Aplauso. Aclamação acalorada. Expressão digna de merecimento. Louvor. Entusiamo. Calor. Euforia. Vivemos na era do aplauso. Já parou para pensar nisso? Quantas pessoas você já aplaudiu hoje? Quantas vezes foi aplaudido na última semana? Nenhuma? Calma aí, pense mais um pouco...

O texto de hoje vem refletir um pouco como andamos trocando aplausos ultimamente, o quanto isso interfere em cada um de nós e na nossa fé.


Os tempos em que Pica-Pau foi sucesso eram outros. Naqueles tempos era fato raro receber aplauso, a ponto de necessitarmos de uma placa para sabermos do que se tratava, como na imagem acima. Apesar disso, isso não significava um menor valor ao ato de aplaudir. Muito pelo contrário. Afinal, ali o valor maior era atribuído ao evento, e não ao simples aplaudir.

Mas o tempo passou. E com ele, vieram a internet, as redes sociais, os smartphones. Um privilégio. E aí o tempo passou mais um pouco, e toda essa tecnologia se tornou acessível a todos. Mas houve uma falha no percurso. O tempo esqueceu de trazer consigo o manual de instruções.

Fazemos de nossas redes sociais um querido diário. Quem nunca? Afinal, estamos em contato com tanta gente ao mesmo tempo, nada mais justo que "dar as caras". Ninguém gosta de ser perguntado por "você sumiu hein?" ou coisas do tipo. Queremos ser presentes. Queremos estar presentes. E assim, postamos. E postamos. Em recompensa por sua grata preocupação, seus amigos lhe encherão de belos elogios e afeto pasteurizado.

Mas aí depois do quarto prato de comida postado, percebemos que coisas do gênero não fazem tanto sucesso. E queremos nos manter por cima. Para alguns, a qualquer custo. Eis aí o que chamo de era do aplauso.


O problema não está no uso das redes sociais. Eu, inclusive, uso algumas delas. Mas o problema está para onde tudo isso pode nos levar. Corremos o risco de fazer disso uma moeda de troca, simplesmente. Indiferenciar o que é essencial do que não é. Colocamos a porção de camarão, a situação política de nosso país e a graduação em uma faculdade no mesmo balaio. não sabemos mais o que é digno de aplausos de fato.

Ok, mas ainda falta algo. O que nossa fé tem a ver com isso? Tudo! Afinal, será que nossa experiência de vida com Deus está jogada dentro desse mesmo balaio? Ou damos a ela a importância e o valor devido?

Está aí uma dúvida importante. E responder a ela depende de cada um, pois quando falamos de fé, falamos de uma experiência bem pessoal. Fica aqui o convite para a reflexão.

Quando chegar em alguma resposta, me chame pra um café. Com um pouco de papo e um tanto mais de oração, podemos chegar juntos a uma resposta!


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

O preconceito


#2 - O que acha de fatos como esse?


Aqui estou mais um dia, na difícil missão de entender o ser humano. Mas não estou sozinho, afinal este é mais um post interativo, onde peço que alguns amigos me ajudem partilhando suas experiências. Admito que desta vez a tarefa foi um pouco mais complicada. Afinal, como ir além da revolta inicial que surge em nós, seres um pouco mais civilizados, ao se deparar com manifestações como essa? O número de "curtidas" é a demonstração de que não se trata de um pensamento isolado. Que atitude Deus espera de um cristão diante de fatos como esse? Vamos caminhar juntos.


Não faltam exemplos de preconceito como o que vemos nas imagens acima. Pessoas que baseam suas opiniões em valores distorcidos, como a ideia de que o status e a própria vaidade sobrepõem o respeito. Respeito aliás que se resume de fora para dentro, do outro para consigo. Somos obrigados a aceitar que o Brasil é sim um país preconceituoso. De forma velada, principalmente. Jogando a sujeira pra debaixo do tapete.

Muito do que aprendi e aprendo diariamente com a psicologia pode ser resumido em uma frase: nunca duvide do ser humano. E nesta frase, existem duas leituras. Já que a tragédia costuma dar mais manchete, comecemos pela negativa. Infelizmente, o ser humano é um ser imprevisível. São muitos os fatores que levam uma pessoa a ser como ela é, e por isso tão difícil julgá-las e compreendê-las. É inclusive por isso que o julgamento cabe a Deus e sua infinita misericórdia. Já imaginou como seria uma bagunça se um apontasse o dedo na cara do outro dizendo o que deve e o que não deve ser feito? Esta não é uma tarefa difícil, afinal, vivemos em tempos como esse. E nos cabe agir contra a maré.



E quando falo em agir contra a maré te convido a voltar para a minha frase e desta vez ter um olhar positivo sobre ela. Nunca duvide do ser humano! Com isso, quero dizer que cada pessoa é um universo novo a ser descoberto. Que existe algo além da primeira impressão. Que não conhecemos ninguém em cinco minutos, como costumamos acreditar. E que se todos somos irmãos perante ao Pai, agir com tolerância é a chave para uma boa convivência.

Nos tempos de Jesus não existia Facebook. Mas já existiam as diferenças. O que dizer dos samaritanos? Dos leprosos, que andavam com sinos acorrentados ao pescoço para que avisassem quando iriam se aproximar para que os demais se retirassem? E Cristo tratou a todos da mesma forma, com o mesmo respeito. Por quê? A resposta é simples. Jesus os tratava como seres humanos.


Humanizar é a palavra do momento. Não sabemos quando, mas em algum momento da história nos perdemos e nos esquecemos de que somos todos pó da mesma terra, segundo o Gênesis (2, 7). Que devemos olhar a cada um como Imagem e Semelhança de Deus (1, 26). E que nunca podemos esquecer que o respeito a Deus passa pelo respeito ao próximo. Mais próximo, de preferência.

Viver sem preconceito é uma arte. Mas sob a ação e intercessão do Espírito, podemos alcançar voos mais altos.